Foram mais de 70 os agentes do sector florestal que responderam ao desafio do Centro PINUS e do Centro de Competências do Pinheiro-Bravo para vir ao campo partilhar informação, conhecimento e experiência, de 29 de setembro a 2 de outubro.

Os participantes foram representativos dos principais stakeholders da Fileira do Pinho e incluíram: produtores florestais privados e baldios; técnicos de OPF’s, autarquias, cooperativas, empresas e do ICNF; dirigentes de OPF’s; representantes das indústrias; prestadores de serviços e “madeireiros”; e estudantes de ensino superior.

As visitas decorreram nas regiões Norte e Centro num percurso que incluiu: Pataias, Sardoal; Vila Pouca de Aguiar; Cabeceiras de Basto; Ribeira de Pena e Vinhais. As áreas de pinhal visitadas foram representativas dos principais tipos de propriedade, incluindo parcelas privadas de muito pequena dimensão e fragmentação a situações de maior escala como baldios, geridos quer pelo ICNF, quer por uma Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário.

Em conjunto, as visitas demonstraram claramente a importância dos desbastes, tendo sido presenciados ou testemunhados o aumento significativo do crescimento das árvores de futuro selecionadas e a realização de receitas periódicas. A madeira proveniente de desbastes pode ser utilizada para varas e postes, sector que atualmente pratica preços “à entrada da fábrica” que atingem valores de 98 euros a tonelada.

Várias das operações visitadas tinham sido apresentadas em jornadas técnicas promovidas pelo Centro PINUS, encontrando-se as apresentações disponíveis neste link.

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